Os melhores logótipos que reconhecemos na história do Design, foram usados anos e anos a fio. Qual o segredo do sucesso?

Trata-se de uma questão que se levanta, quer para Designers gráficos e especialistas em branding, quer para os digital product designers.
Na verdade, estes logótipos transportam em si alguns pontos comuns de criatividade: simplicidade, qualidade de memorização e abstracção.
A simplicidade de um logótipo não é representativo de um trabalho simples, pelo contrário. Maioritariamente, os bons logótipos são fruto de um processo criativo profundo e complexo, desconstruído gradualmente até alcançar um resultado minimalista.
A simplicidade traduz-se em empatia visual e por conseguinte, num símbolo de fácil memorização. Se observarmos bem, os bons logótipos transportam em si um único conceito de fácil identificação (simplicidade!). Não significa, no entanto, que esse conceito seja apresentado sob a forma de um símbolo que, por sua vez represente literalmente a marca. Há situações em que ter um grafismo um tanto ou quanto desconectado pode revelar-se útil e estimulante: a Nike é um bom exemplo disso, cujo ícone exprime a ideia de movimento.

Muitos dos logótipos que manifestam genialidade não têm elementos gráficos além da tipografia, como é o exemplo da Coca-Cola, FedEx, Lego ou Sony, entre muitos outros.

Um bom logótipo é sólido com capacidade de resistência a crises económicas. Um logo que se deixe afectar pela instabilidade do momento, está instantaneamente a aniquilar a sua memorização.

Terminamos assim este artigo com a identificação de alguns logótipos de referência e inspiração, além dos mencionados anteriormente: UPS, Ferrari, McDonald’s, Starbucks, Woolmark e Apple.


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