Em 1820, com a chegada das máquinas de impressão movidas a vapor, os livros tornaram-se mais baratos de produzir.
Movimentos como o “Art Nouveau” e “Arts & Crafts”, foram algumas das principais influências na arte comercial, criando novas técnicas de ilustração para projetar as capas dos livros.

O design de Aubrey Beardsley para a revista “The Yellow Book” e a vanguarda russa de artistas como Alexander Rodchenko e El Lissitzky são alguns dos exemplos que impulsionaram a litografia nos projetos da época.

O grande salto do design nos livros ocorreu em 1935 com a Penguin, uma editora britânica que inventou os livros de bolso. Estes, tornavam-se agora uma ferramenta comercial, com uma distribuição mais abrangente e funções publicitárias.
Falar de livros é falar da contribuição que dão para a compreensão do mundo e para a aprendizagem do ser humano.

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