Para entender melhor este conceito, basta lembrar-se da maneira como navegamos num site, das facilidades ou dificuldades que encontramos, da clareza das informações e da objetividade dos elementos dispostos para auxiliar a navegação.
Uma vez que o foco do Design de Interação é o usuário, é necessário ter em conta a sua legibilidade, usabilidade, funcionalidade e também a sua estética.
O Design de Interação organiza tudo, estuda a relação entre um sistema e o usuário por meio de uma interface e trabalha a maneira como um site, aplicação ou jogo será manuseado pelas pessoas.
Uma das maiores preocupações de um designer de interação é garantir que o usuário de um sistema chegue facilmente ao seu objetivo.
Isto significa que o designer precisa de determinar exatamente quais os elementos que poderão direcionar a atenção das pessoas, simplificando os itens interativos de forma intuitiva.
E quais são as ferramentas necessárias?
Desde os wireframes, mockups, protótipo até à própria programação e implementação do projeto. Esta noção é importante porque a experiência do usuário depende de toda a bagagem tecnológica que está presente no desenvolvimento de um sistema.

É nítida a importância desta área e graças à sua competência, é possível diferenciar o que é essencial do que pode ser secundário.
A navegação pode ser simplificada diminuindo a necessidade de cliques e o tempo de espera, além disso, o Design de Interação funciona como um ponto de equilíbrio entre a funcionalidade do sistema e a capacidade de interação, evitando que o usuário se decepcione com o produto. Este é, portanto, um ramo do design que tende a aperfeiçoar-se e a tornar-se cada vez mais indispensável para a interação com as diversas plataformas digitais.


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