O novo ano chegou e com ele surgem questões relacionadas com tendências.
Nos últimos anos, as estratégias de Marketing de Conteúdo têm-se vindo a diversificar. Neste novo ano o utilizador ganha um papel de destaque, apresentando-se como elemento mais participativo. Consequentemente, há também uma maior exigência na qualidade da criação de conteúdo.
Ao longo de duas semanas, vamos identificar 9 estratégias do Marketing de Conteúdo que, na nossa opinião, se irão evidenciar ao longo de 2020.

Conteúdo criado pelo utilizador
Como já foi mencionado, o novo consumidor terá um papel preponderante exigindo de antemão bons produtos e com preços igualmente atractivos e competitivos. Solicitam serviços e tecnologias de última geração bem como um atendimento personalizado e distinto, sentindo-se como elementos integrantes da marca. Surge assim uma relação “win-win” em que o utilizador é continuamente desafiado a gerar conteúdo (como a criação de vídeos promocionais de um determinado produto) que, posteriormente, será usado em campanhas. Cria-se assim, uma maior relação de proximidade.

Vídeo
A imagem/fotografia e/ou vídeo têm-se revelado ao longo dos últimos tempos como meios de comunicação bastante fortes pela capacidade de captação instantânea relativamente à atenção do público.
Estudos recentes apontam que cerca de 80% dos consumidores, antes de efectuarem uma compra fazem uma pesquisa prévia, a qual deambula entre textos e vídeos promocionais. Está comprovado que o vídeo se tem revelado como uma das principais causas no aumento do consumo.

Áudio
Se o vídeo capta a atenção visual, o áudio capta a atenção auditiva. Assim como o vídeo se tem vindo a afirmar progressivamente, o áudio também tem vindo a marcar território nomeadamente através de Podcasts.
É fundamental a criação de conteúdo que se revele ao nível da escuta, como valor acrescentado à informação recepcionada pelo utilizador.

Realidade aumentada
O segredo é criar ferramentas que sejam usadas pelo utilizador sem que, na verdade, este se aperceba que o está a fazer. Exemplos disso são os filtros de Instagram (nos stories, quando por exemplo usamos máscaras, efeitos luminosos, textos, entre outros) ou a App criada pelo IKEA em que o utilizador, através da câmara do seu telemóvel pode projectar um móvel da marca num determinado espaço da sua casa.

Mais qualidade e menos quantidade
Cada vez mais o consumidor tem menos tempo para estar a ler ou ver informações que não lhe tragam qualquer valor acrescentado, por isso é fundamental que a informação tenha bastante qualidade e seja esclarecedora. Deste modo, geram-se as condições necessárias à criação de estratégias de ranking (para atrair) e de disparo (e-mail marketing, por exemplo).

(continua no próximo artigo).


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